< Miradouro da alma

24 maio 2006





Paris #02


E lembro-me em meia-amargura
Do passado, do distante, E tudo me é solidão ...
Que fui nessa morte escura?
Quem sou neste morto instante?
Não perguntes ... Tudo é vão.

Fernando Pessoa

2 Comentários:

Blogger Leãozinho escreveu...

Nunca a alheia vontade, inda que grata,
Cumpras por própria. Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Niguém te dá quem és. Nada te mude.
Teu íntimo destino involuntário
Cumpre alto. Sê teu filho.

Fernando Pessoa

24 maio, 2006 19:42  
Blogger Cacau escreveu...

Ai Menino! Gosto tanto mas tanto de Pessoa! Que alegria ler-te :)

beijo grande

27 maio, 2006 19:03  

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