< Miradouro da alma

19 março 2006




A poesia dói dentro de mim, meu pai, grade de ferro, o útero, janela aberta, rua de comércio, canção de ninar, o silêncio, profano as coisas, a minha poesia não fala nada, tardes de aula, o mar e o brejo, pedaços , notas, explicação desnecessária.

Vera Lúcia de Oliveira

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