< Miradouro da alma

17 fevereiro 2006






Não gosto de janelas fechadas absortas pela escuridão, lembram-me o gelo pétreo em que se encerram tristezas, dúvidas e noites eclipsadas de astros: não quero ir por aí, ficar aí, não lhes pertenço, não as quero. Fujo para a luz, corro as cortinas, subo as persianas, acendo um cigarro e contemplo o dia ou a noite sentado no parapeito do meu miradouro.


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