< Miradouro da alma: O sentido das coisas

15 novembro 2005



O sentido das coisas

Hoje, de madrugada, tive um sonho que me aterrorizou completamente mas que me fez perceber algumas coisas: sonhei com a minha própria morte. Confesso que acordei com um aperto enorme no coração porque percebi o quão fácil é morrermos, o quão fácil é o esfumar de tudo o que planeamos. Talvez o que mais me custou foi perceber como de um momento para o outro podemos perder todos os que amamos, deixar elos partidos por amor e por erros, não ficar de bem com quem nos chateamos, por vezes sem necessidade. Qual será então o sentido desta vida se num ápice tudo se pode desvanecer? Valerá a pena? Não quero, quando um dia partir, sentir que deixei elos partidos. Quero acima de tudo sentir que valeu a pena amar, mesmo com falhas, mesmo com erros.

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